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sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Apresentação de teatro


A cidade de Gravataí está de parabéns. O Encontro Internacional da Educação foi muito integrador com muitas aprendizagens nas oficinas. Agradeço a oportunidade que tive de trabalhar como articuladora no dia 24/11/2007. Assisti as aprendizagens das oficinas no dia 21, 22, 23 e 24 de novembro e estavam maravilhosos os projetos, as experiências ricas em aprendizagens. Nas apresentações dos projetos havia testemunhos dos próprios alunos das escolas e isto foi o que me deu mais interesse em assistir as oficinas, foi muito interessante.
As apresentações de contação de histórias na aula presencial foram divertidas, integradoras e instrutivas. A apresentação do nosso grupo teve como tema a história do livro \"O equilíbrista\". Reunimo-nos três vezes na Ufrgs. Estamos utilizando a tutoria da Janaína e aproveitando a integração em grupo. Decidimos contar essa história pensando na necessidade de trabalhar a dimensão psicológica de nosso aluno. A realidade deles é que muitos chegam na sala de aula precisando desabafar o que acontece no seu cotidiano, fazem isso por meio da contação de histórias de suas vidas reais. E principalmente, no que diz respeito à família em situações como: embriaguez, desemprego, desamparo, pois ficam sozinhos em casa... Todos devem presenciar fatos deste tipo ou perguntas como esta: “Professora, este final de semana meu pai bebeu e minha mãe bateu nele.”
O livro \"O equilíbrista\" está aberto a reflexão para o professor assim como para o aluno, refletirem em sua vida cotidiana, e também, em como ultrapassar os obstáculos de sua vida. As fitas coloridas utilizadas em nossa apresentação exemplificam os sonhos almejados em nossa vida e alegrias conquistadas. Os movimentos, alguns lentos e outros mais rápidos, são as experiências ou momentos vividos. A história fala sobre os obstáculos (desequilibristas) e de como as pessoas interagem em nossa vida.


segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Oficinas do Encontro Internacional da Educação.

A professora Nara Cristina informou que a escola Santa Ana já tinha como ideologia antiga o projeto de Brasilidade na Escola. O projeto surgiu antes de ser aprovada a lei para introdução nas escolas. Importante esta atitude da direção e professores da Escola Santa Ana. Identifiquei-me em várias atitudes e pensamentos de pessoas que ofereceram aprendizagens das oficinas e relembrei a postagem feita sobre o trabalho voluntário neste portfólio anteriormente. Fatos que me deixaram aliviada e estimulada a continuar agindo desta maneira na educação com entusiasmo e dedicação. Quando aprendo ou conheço algum aprendizado da faculdade reflito aonde posso encaixar na minha vivência escolar. Conversando com a direção da escola a respeito dos Parceiros Voluntários, a princípio não acreditei muito na introdução desta parceria mas agi, mostrando no computador da escola o site do voluntariado e deixei gravado. A diretora disse que já haviam tido no passado uma professora voluntária e que a experiência não tinha sido boa. Argumentei que talvez o tempo sendo outro, com a nova organização do voluntariado e com a parceria de ambas as partes poderia funcionar, porque em várias escolas já esta funcionando. Argumentei que a minha intenção nesta idéia é aliviar e contribuir com a escola nas dificuldades cotidianas que vivenciamos todo dia e proporcionar a estes voluntários mais uma condição para expressarem o seu voluntariado. O voluntariado sendo bem feito, de coração é uma experiência única e de muito respeito. Há uma reciprocidade em ambas as partes de quem aceita e de quem trabalha, porque aprendem juntas principalmente a avaliar a importância do ser humano. Hoje dia 26/11/2007 disseram-me que farão este mês reunião com os parceiros voluntários e esta notícia me deixou muito feliz. Quando se tem a intenção de ajudar não se deve esperar por lei ou mudança de outras pessoas, é necessário agirmos com ferramentas que estejam ou estiveram ao nosso alcance. Hoje tenho o real aprendizado de que tudo que fiz em minha vida talvez não tivesse produzido algo no exato momento. Mas hoje, utilizei o fato de ter tido a experiência voluntária deste trabalho e de intermediá-lo procurando as respectivas pessoas conhecidas que ainda trabalham lá na Parceiros Voluntários para ajudar a escola em que trabalho. E isto para mim é muito gratificante.

sábado, 24 de novembro de 2007

Encontro Internacional da Educação

sábado, 17 de novembro de 2007

Aprendizagem no contexto interdisciplinar


Este ano de 2007 está terminando. E tantos conhecimentos adquiridos nestes dois semestres! Conversando com as professoras acredito que influenciei de alguma maneira a passar adiante o que aprendi na faculdade. Fico feliz de atingir esta meta em minha vida. Sei que é muito pouco e isto é que me estimula a perseverar. Artes Visuais, música, ludicidade , teatro e o Seminário Integrador vocês estão de parabéns porque ajudaram a tumultuar por meio de tantas atividades a minha vida paradinha no tempo e no espaço dentro da escola. Algumas professoras ajudaram-me a proporcionar meios como o tempo para entrevistas com alunos, diálogo com a direção da escola sobre assuntos e proporcionando assim ajuda para que eu cumprisse as atividades propostas e aprendemos juntas. Não acredito na aprendizagem isolada, já tinha experiência neste sentido "de que uma andorinha não faz verão" e aprendi ainda mais, entendi que se tenho meios para argumentar e dialogar com as pessoas, elas param para te ouvir e refletem e é isto que eleva o ser humano ao crescimento. Os conhecimentos adquiridos na faculdade relaciono nas minhas conversas durante o intervalo na escola.

Veja meu Slide Show!

sábado, 10 de novembro de 2007

Feira Cultural da escola Maurício Sirotsky Sobrinho






Hoje houve a Feira Cultural na escola no mesmo dia do encontro na Bienal. Estive cedo na escola para expor os trabalhos das crianças e após fui, imediatamente, para a exposição da Bienal atrasei-me um pouco mas, cheguei a tempo de assistir todos os comentários dos monitores a respeito das obras.
A Feira na escola foi muito interessante diferente do ano passado. Expus a televisão de papelão encapada de revista de gibi e meus fantoches de meias. As maquetes sobre o meio-ambiente construídas pelos alunos e seus pais e os poemas de Vinicius de Moraes e Monteiro Lobato trabalhados em sala de aula. Aprovitei e inclui as fotos dos alunos no esporte, na gincana e dramatizando com os fantoches. As professoras vieram conversar comigo a respeito de seus trabalhos desenvolvidos. A professora Rutiléia fez um trabalho sobre estátuas com sabão muito interessante.
Houve um testemunho sobre o informativo enviado pelo tutor Renato a respeito de Aquecedor Solar de Baixo Custo. Uma das professoras conhecia o invento e instalou em sua casa no ano passado e aprovou dizendo que a água sai bem quentinha. Infelizmente ela não divulgou para a escola e estou oportunizando a quem se interessar a entrar no site www.sociedadedosol.org.br
Todos necessitam de economia de luz.
A turma da 5ª série criou fantoches de papel de jornal.


Feira do Livro



Na primeira foto ao visualizar a atividade dos alunos aprendi que podemos trabalhar no início do ano com a criança que não sabe ler nem escrever; a poesia. Por meio de desenhos e gravuras.
Nesta segunda foto o cartaz com as galinhas é demonstrado em um trabalho sobre a história "O galinheiro do Bartolomeu" de Christina Dias. A foto me inspira a lembrar futuramente a trabalhar com as crianças a linguagem das pessoas do interior (alemão, italiano ...) , suas moradias e costumes diferentes das pessoas da cidade (zona rural e zona urbana).

Esta banca de livros estava especial tinha livros infantis muito criativos. Os livros com capas ilustrativas e decoradas em alto-relevo. Ao abrir um livro levantava as dobraduras e mostrava um castelo muito lindo. Para quem necessita da leitura com estímulo e variedade os preços é que não ajudavam muito, este que eu comentei por exemplo custava R$ 36,00. Tinha promoções e descontos de livros mais humildes em algumas bancas.