- No texto Qual é a questão? Percebi que ao ensinar necessitamos da mesma curiosidade do aluno. O de perceber aonde ele quer chegar com sua pergunta. Se vêm de encontro com nosso objetivo de ensino ou não. Quando perguntam sobre um assunto diferente do planejamento respondo ou peço para pesquisarem se não sei o melhor modo de responder (sendo eles muito pequenos) pesquiso a pergunta feita pelo aluno junto com todos para a próxima aula. Acredito ser mais aconselhável. Assim, complementamos a pesquisa com duas interpretações. E se ele não pesquisou para o dia marcado eu relembro a pergunta e informo sobre a minha pesquisa referente a pergunta dele (a). O aluno fica surpreendido e mais interessado. Muitas vezes percebo que as crianças estão desacreditados das atitudes adultas. No sentido de acreditar na sinceridade de ver para crer. Quando explicamos uma pergunta tem que haver evidências e argumentações palpáveis. Seguras, e nem sempre é possível. Então, a saída é esclarecer bem a pergunta Porque a criança compara, observa e explica com suas próprias idéias quando não tem alguém para auxiliá-la. O interessante seria termos possibilidades para elas interagirem com o meio da informática, vídeos, experiências em laboratórios, entrevistas, trabalhos de campos...
Na escola a qual leciono nós fazemos passeios educativos com as crianças. Mas, não verifiquei desde que estou lá nada sobre conteúdos de teatro, música, dramatização, brinquedoteca e informática. A maioria das professoras irão se aposentar no ano que vem. Eu introduzi o blog da escola no ano de 2006 e nenhum aluno da minha turma este ano tem computador para informar-lhes sites educativos. Aprendi com as aulas de teatro e música no semestre passado que é preciso inovar e acreditar no seu trabalho. E sempre que possível pratico com os alunos em sala de aula ou levando eles à passeios de teatro estimulando outros professores a fazerem o mesmo.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Aprendizagens com os alunos
domingo, 1 de junho de 2008
Linha do tempo
Enviei um bilhete aos pais explicando que alguns alunos não tinham noção de passado, presente e futuro e que precisava fazer uma linha do tempo com comprovações destes acontecimentos. Fiquei pensando será que conseguirei que me mandem documentos? Será que irão entender o meu objetivo? Neste sentido a aula para mim ficou com mais emoção. Ao lerem no caderno dos alunos (seus filhos) o que eu pretendia os pais atenderam prontamente. Na linha do tempo os pais me ajudaram a contruir informando datas dos acontecimentos da vida de seus filhos com fotografias. Não preciso nem dizer que os alunos ficaram alegres com as fotos. Inclusive mandaram xerox de certidões de nascimentos as quais preocupei-me em mandar de volta assim que, atingi o meu objetivo com as crianças. É compensador esta troca de contribuições.
A proposta a seguir seria resgatar as origens de seus antepassados relacionando com o período antes de seus nascimentos.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Postagens no blog criado para minha escola.
domingo, 18 de maio de 2008
Divulgação dos trabalhos feitos no passado no ano de 1999 (memórias).
E com este objetivo de divulgação convidar a todos que acessarem o blog da minha escola a refletirem sobre este aspecto.
Acesse aqui o blog da minha escola
sábado, 17 de maio de 2008
Atividades da semana 12/05/08 até 16/05/08.
No início do ano é muito difícil às vezes dizer para a criança que para jogar o pedagógico é preciso amizade e colaboração de todos. Muitos dos alunos não compreendem que o jogo também pertence a aprendizagem em sala de aula. E começam a atrapalhar o andamento das atividades comparando a sala de aula com um parque de diversão. Demonstrando estar mais interessado então em ir ao banheiro, tomar água e a caminhar em sala de aula gritando. Neste instante compreendi que deveria haver minha intervenção neste sentido. Hoje todos jogam com a compreensão de que no momento dos jogos é necessário a colaboração de todos. Aprendem a tirar par ou ímpar quando necessário e a a jogar dominó de figuras geométricas com vários símbolos analisando com os colegas.
Nas fotos em que aparece as crianças na frente da classe é depois que contei uma história sobre dois irmãos que acordaram pela manhã e não encontraram mais símbolos no mundo. Não havia números no relógio, não havia sinalização no trânsito o que fariam... Depois da reflexão sugeri para os meus alunos se gostariam de contar esta mesma história para a classe de 1º ano. E os alunos gostaram da idéia encenaram e mostraram para a outra classe. Foi muito produtivo.
Respostas dos alunos:
- Se no mundo não existisse mais símbolos eu fugiria!
- Eu faria movimentos. Perguntei - Como assim? Não tem os caras que mexem as mãos? Eu faria o mesmo.
- O mundo seria muito chato!
- Eu não brincaria mais...
- Eu pegaria pedrinhas para não me perder no caminho.
sábado, 10 de maio de 2008
Dia do passeio ao teatro Thiago Lacerda - 6 de maio ---
Contar histórias e construir o futuro
OBJETIVOS:
Desmistificar a cultura do herói, que diz respeito aos valores transmitidos e reproduzidos em todo ambiente social, desde a família até a mídia e jogos eletrônicos, pois estão constituídos no inconsciente coletivo. Esses valores passam idéia de que somos imortais e que nada de ruim pode acontecer conosco. A figura do herói é caracterizada pela potência, velocidade, força, coragem, agressividade e competitividade, fatores geralmente relacionados ao símbolo masculino e evidenciados na impulsividade da pré-adolescência e adolescência.
Contadores de histórias é um programa pedagógico narrado por dois jovens (os contadores) que vão contar para as crianças a história da borboleta Vida. Ele visa principalmente implantar comportamentos importantes para a preservação da vida das crianças, como o hábito de sempre andar de mãos dadas com um adulto quando na rua, só brincar em pátios, praças e lugares apropriados (jamais nas calçadas e avenidas) e, quando andar de carro, ir sempre no banco de trás usando a cadeirinha e o cinto de segurança.
Acredita-se que as crianças terão estas orientações reforçadas pela conduta dos seus pais ou assertivamente serão capazes de apontar rotinas que se distanciam do proposto, demonstrando que a dramatização é um grande recurso de aprendizado.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
REFLEXÃO
Conforme o livro Teoria e prática de Estudos Sociais na página 110 que diz reconstituir a história de sua própria vida e a de outras pessoas próximas, a criança vai percebendo a inclusão de todos no processo histórico e não apenas dos grandes personagens. Refleti com este livro que o que propus aos meus alunos este ano vem ao encontro do que estou utilizando em sala de aula, a leitura de histórias infantis. Preocupo-me em conseguir desenvolver a participação em aula e a noção do passado. Então estou contando histórias muito mais este ano do que o ano passado. | | |
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