Total de visualizações de página

terça-feira, 10 de novembro de 2009

INVENTANDO HISTÓRIAS MATEMÁTICAS.

SEGUNDA - FEIRA DIA 09/11/2009
A) Nível/ Etapa de Ensino: 2º ANO
B) Temática focalizada: Histórias Matemáticas
C) Justificativa (da temática escolhida):
Os PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais) afirmam que é importante que a Matemática desempenhe, equilibrada e indissociavelmente, seu papel na formação de capacidades intelectuais, na estruturação do pensamento, na agilização do raciocínio dedutivo do aluno, na sua aplicação a problemas, situações da vida cotidiana e atividades do mundo do trabalho e no apoio à construção de conhecimento em outras áreas curriculares.
D) Roteiro das atividades:
1) Leitura
2) Produção textual
3) Jogo
4) Sistematização
E) Descrição das atividades:
1) Leitura
1.1) objetivo:
  • Ler a história matemática interpretando corretamente.
  • Desenvolver a atenção e o raciocínio lógico.
1.2) organização da turma:
  • Em grupos (GEEMPA)
    grupos aúlicos (a idade das crianças no grupo não interessa o que importa é o núcleo de conhecimento).
    com quem aprender/ com quem quero trocar / com quero ensinar (para o conhecimento circular entre os alunos)
  • Em níveis de aprendizagens.
1.3) organização dos materiais:
  • orientar os alunos para que usem seus cadernos, lápis pretos, material de contagem e, que sejam atentos ao que será posto no quadro- de-giz.

1.4) desenvolvimento: *observação um tipo de raciocínio (operação de adição, subtração e multiplicação) a cada dia.

• Escrever no quadro-de-giz algumas histórias matemáticas, propondo- lhes que as copiem e resolvam nos seus cadernos.

Luciana foi ao armazém comprar uma caixa contendo uma dúzia de ovos, três pães e um pote de manteiga. Quantos produtos Luciana comprou ao todo?

Desenho: F.M._________ Conta armada:

Resposta completa:_____________________________________________________

2) Produção textual

2.1) objetivo:
  • Oportunizar o aluno o desenvolvimento da observação e da imaginação.
  • resolver situações- problema, sabendo validar estratégias e resultados, desenvolvendo formas de raciocínio e processos, como dedução, indução, intuição, analogia, estimativa, e utilizando conceitos e procedimentos matemáticos, bem como instrumentos tecnológicos disponíveis.
2.2) organização da turma:
  • Em grupos de cinco alunos será formado quatro grupos de cinco alunos em cada.
2.3) organização dos materiais:
  • Orientar os alunos para que usem seus cadernos lápis pretos, material de contagem e, que sejam atentos ao que será posto no quadro de giz.
2.4)desenvolvimento:
  • Dois grupos fará as atividades para o outro grupo. Depois é trocado e o outro passa a receber as atividades. Será o vencedor aquele que errar menos.
3) Jogo
3.1) objetivo:
3.2) organização da turma:
3.3) organização dos materiais:
3.4) desenvolvimento:
4) Sistematização
4.1) objetivo:
4.2) organização da turma:
4.3) organização dos materiais:
4.4) desenvolvimento:

domingo, 8 de novembro de 2009

Leitura e interpretação

A) Etapa do ensino nível: 2º ano ensino fundamental Educação 9 anos.
B) Temática focalizada: Cantigas conhecidas pelos alunos em forma de Parlenda.
C) Justificativa (da temática escolhida):
Geralmente, o aluno já teve experiência com o gênero textual da parlenda e sabe para que serve o sistema alfabético da escrita. A parlenda trabalha com sua leitura a linguagem e dificuldades na fala. A aluna tem a língua grudada e dificuldade de ler algumas palavras.
D) Roteiro das atividades: Parlenda.

Jacaré foi ao mercado
Não sabia o que comprar
comprou uma cadeira
Pra sua tia sentar
A tia sentou
A cadeira
arrebentou
Jacaré
chorou
o dinheiro
que gastou.

E) Descrição das atividades:1) Leitura: individual e coletiva.1.1) objetivo:
Assegurar a confiança em sua aprendizagem anterior com cantigas conhecidas.
Relacionar o som e a escrita do texto.
Conhecer o aluno em sua prática de leitura.1.2) organização da turma: No início do turno, a leitura será individualmente, após faremos leitura coletiva.1.3) organização dos materiais: Material adquirido no curso de alfabetização aos 6 anos. Ministrado pela Profª Anna Maria Rangel. 1.4) desenvolvimento:
Distribuição da folha xerox para leitura.
1) Leitura: Ler junto com a turma. Depois um aluno de cada vez irá ler. Distribuir a leitura da parlenda a todos os alunos, esta estará recortada em versos em que os alunos deverão ordená-la.

2) Produção textual

2.1) Objetivos:
Incentivar a leitura.
Estimular a imaginação e a escrita.

2.2)Organização da turma: A turma foi organizada em duplas para a execução desta atividade.
2.3)Organização do material:
Os alunos realizaram as produções em seu caderno, sendo que recorrem ao alfabeto exposto na parede para saciar alguma dúvida quanto à sonorização de algumas letras. O material utilizado lápis, caderno, borracha e lápis de cor.
2.4)Desenvolvimento
A professora diz: Imaginem que vocês são árvores. Você gostaria de ser uma grande ou pequena? Qual a fruta que surgiria das flores? Onde vocês viveriam num bosque ou num quintal?
Haveria um lago perto com um jacaré dentro? Após a escrita ilustram o que descreveram.


3) Jogo:
3.1) Objetivos:

Compreender que as sílabas possuem mais de uma letra
Memorizar algumas sílabas
3.2)Organização da turma:
Um aluno ( cartela consoante) e um grupo de cinco alunos (cartelas das vogais).
3.3)Organização do material:
· 6 cartelas de jogo com as 5 vogais e uma das seguintes consoantes:/p/b/t/d/f/v
· 6 alfinetes para prender as cartelas na roupa

3.4)Desenvolvimento
Início: Cada um coloca uma cartela no seu peito.
O aluno que tiver a consoante fica na frente dos outros. Quando ele disser o som da sua letra as vogais tentam se aproximar. Aquela que o tocar primeiro é o som que será dito pelo grupo. Por exemplo: PA/PE/PI/PO/PU.
Prolongamento:Juntar dois grupos e tentar formar palavras por revezamento de crianças: PIA, PAPAI, POPI, POPOROROCA, PIPOCA.

4) Sistematização:

3.1) Objetivos:
Elaborar uma parlenda que conhecem a partir das provocações de questionamentos da professora. Estimular a busca de socialização entre os alunos.

3.2)Organização da turma:
Em duplas. Contemplando as diferentes formas de integração entre os alunos.

3.3)Organização do material:
Folhas de ofício tamanho pequeno em formato de livro presas com grampos.

3.4)Desenvolvimento:
O aluno terminará a atividade na sala de aula e buscará na carteira os livros escolhidos na biblioteca para ler enquanto aguarda os colegas terminarem. E como tema para casa pedirá ajuda aos pais para lembrar outras cantigas ou parlendas no seu livrinho e escrevê-la.

domingo, 1 de novembro de 2009

Importância da imaginação da criança na produção textual.

ATIVIDADES NA SEMANA
No dia 28 de outubro na escola houve eleições e entrega de avaliações aos pais dos alunos. Estratégia que as escolas adotaram para favorecer a presença da comunidade para a votação. Vivenciei esta experiência sendo mesária e observei que muitos pais compareceram e o resultado da votação foi positivo. Na reunião de entrega de avaliações também estive presente sendo dispensada com substituição do ofício temporariamente. Estava preocupada com a produção textual que os alunos estavam escrevendo e intencionava evidenciar aos pais a importância da criança escrever imaginando fantasias como duendes, fadas e outros. E uma das pautas falei que seus filhos estavam escrevendo bem, só que com muita realidade. E preocupava-me este fato porque durante o ano utilizamos recursos na escola como a televisão assistimos o filme "História sem Fim". Comentamos e estudamos em sala de aula o roteiro e a moral da história. E em outra ocasião do ano toda a escola foi ao cinema assistir outro filme na (semana da criança )"Uma noite no museu" dirigido para as crianças. Outro recurso que utilizo é a contação de histórias durante as semanas. Além de fornecer em sala de aula livros infantis que procuram ao terminar suas atividades em sala. Geralmente, os pais ouvem-me e ficam quietos só ouvindo eu falar; diferente dos filhos. Atualmente, nem penso em imaginar o que pensam. Antigamente, preocupava-me. Prossegui dizendo que a mídia é muito influente nas pessoas em nossas mentes e em nossas crianças principalmente. De repente, ouve um pai que concordou. Prossegui dizendo que precisava da colaboração de todos para lerem histórias, conversarem com as crianças mais tempo em casa porque esta fase passa muito rápido. Sugestionei um canal de televisão que assisti e gostei muito à tarde a TV Educativa canal sete com desenhos e normas de convivência em sociedade muito úteis para o dia a dia. Inclusive para os pais olharem com seus filhos. Então, para o dia das bruxas participei com eles questionando este dia comemorativo em muitos países. Será que é um dia de bruxas? O que vem a ser bruxas? As pessoas são bruxas? Quais os sentimentos bons e ruins? Quais as suas consequências? Por que existe as palavras gostosuras ou travessuras? Propus a eles que fossemos em algumas salas de aulas para falar aos colegas um pouco do que aprendemos e inventei uma brincadeira que propus a eles:
expliquei que falaríamos do que aprendemos sobre o dia das bruxas aos colegas da escola e ao entrar nas salas deles comigo perguntariam se queriam dar gostosura para eles ou receberiam travessura. As crianças ficaram ansiosas. Então, visitei as professoras que aceitaram a proposta e dei um bombom a cada uma. Quando as crianças afirmavam que iriam fazer uma travessura a professora fazia um teatro divertido dizendo não! não!Eu tenho um chocolatte e todos riam. Então, moral da história uma atitude boa sempre traz algo de bom. E dizia salvos pela professora de vocês ! Senão, meus alunos fariam uma travessura a de colocarem seus nomes escritos em seus cadernos e teriam que apagar. E a turma ria.
*Algumas das aprendizagens que cada aluno ao entrar na sala falava espontaneamente:
-Existe pessoas más e pessoas boas.
- Não devemos confiar em todas. Não devemos aceitar doces de qualquer pessoa.
-Acreditamos em Deus. E não devemos maltratar ninguém.
Alguns tiveram uma certa dificuldade de interpretar o som da letra "X" nas palavras que tinham que escrever com "X" e revisarei oportunamente.
Som do "ch" bruxa escrito com "x"

sábado, 24 de outubro de 2009

Atividades conforme estádio desenvolvimento operatório concreto


O adulto está inserido no mundo do trabalho e das relações interpessoais de um modo diferente daquele da criança e do adolescente. Traz consigo uma história mais longa (e provavelmente mais complexa) de experiências, conhecimentos acumulados e reflexões sobre o mundo externo, sobre si mesmo e sobre as outras pessoas. Com relação a inserção em situações de aprendizagem, essas peculiaridades da etapa de vida em que se encontra o adulto fazem com que ele traga consigo diferentes habilidades e dificuldades (em comparação com a criança) e, provavelmente, maior capacidade de reflexão sobre o conhecimento e sobre seus próprios processos de aprendizagem.
Set/Out/Nov/Dez 1999 N º 12

A turma é composta por 25 alunos com idades de 7 até 10 anos. Atualmente, encontram-se no estádio operatório concreto, neste período do segundo semestre do ano de 2009. O material concreto é utilizado desde o início do ano quando havia crianças com seis anos. Este estádio, nas palavras de Elkind (1978, p. 95), “[...] se caracteriza pela possibilidade da criança fazer com a cabeça o que antes tinha que fazer com as mãos”. O estádio anterior a que se refere é estádio pré-operatório (dos dois anos aos cinco/seis anos).
A atividade com material concreto de tampinhas é muito positiva para aprendizagens onde a criança constrói a unidade. Neste período os alunos já compreendem as relações funcionais. Observo que nas primeiras tentativas de incorporação do objeto (as tampinhas) para atender suas necessidades de aprendizagens no manuseio é normal cairem das mesas no chão e não dizem nada só juntam o objeto e não contam permanecendo sem exigências de mais ou menos. Quando conseguem assimilar os números com suas quantidades até nove, por exemplo, e eu digo: - Favor conferirem se todos têm nove tampinhas. Rapidamente, já conseguem dizer está faltando uma, duas ou eu não tenho nove! Cada aluno conta as tampinhas, assimilando a quantidade. Comparando a quantidade de tampinhas com outros objetos como palitos de pirulitos e lápis. E aqui já se percebe alguma reversibilidade no pensamento da criança. Conseguem pensar na quantidade sem utilizar o material concreto para as operações de adição, subtração identificando com suas realidades. Atualmente, a ordem das unidades, dezenas e centenas atingiu um equilíbrio apesar de passarem por vários desequilíbrios como dúvidas entre assimilação e equilibração. E nas histórias matemáticas a interpretação é feita por meio do desenho que eles constroem ao lerem. O objetivo é que interpretem com mais segurança facilitando o acerto das operações. O ensino-aprendizagem de um adulto não deve ser ministrado com atividades infantis conforme o parágrafo escrito no início do relato.

Referência:

Jovens e adultos, conhecimento, aprendizagem Autor: Marta Kohl de Oliveira

http://www.pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo6/psicologiaii/epistemologia_genetica_e_construcao_do_conhecimento.pdf

acesso dia 24/10/2009 às 22:30h

domingo, 18 de outubro de 2009

Desenvolvimento e aprendizagem

"O desenvolvimento da inteligência é algo muito diferente da aquisição de novos hábitos ou novas informações, ou seja, da aprendizagem."
Uma criança de 3 anos não tem um sistema de significações que lhe permita compreender como uma criança de 7 ou 8 anos como contempla o texto "Desenvolvimento e aprendizagem da autora Iris Elisabeth Tempel Costa. A filosofia é uma disciplina muito importante para a criança e pensando neste sentido planejei uma aula com um texto sobre nossa comunicação com Deus. Relacionei com formas que utilizamos para nos comunicar uns com os outros ministrada na aula anterior como o rádio, a televisão, o jornal, o telefone e o computador. Disse-lhes que a oração é um meio de nos comunicarmos com Deus. Após a oração inicial pergunto se eles tem algo para acrescentar ou perguntar e alguns comentam sobre histórias bíblicascomo eles faziam antigamente, perguntam sobre anjos e outros. E desta vez um menino perguntou como sabemos que há Deus? Neste momento lembrei do texto que li da autora Iris Elisabeth Tempel Costa e relacionei com uma experiência que ele e todos pudessem perceber naquele momento. E falei: Cristiano (nome fictício) Você sente amor? Como assim? Respondeu. Expliquei amor...por sua mãe, pai...Ficou olhando-me. Então, relacionei mais perto de sua realidade. Perguntei novamente: -E na hora do recreio muitas vezes brincando com seus colegas que não o compreendem você sente raiva? Ele respondeu certamente. Respondi: - Então, o amor, o ódio, raiva, o vento você não os vê, mas eles existem. Será que Deus não é assim? Os cientistas já comprovaram que temos energias em volta de nós. Produzimos e atraímos com atitudes boas e ruins conseqüências para nossas vidas. Há um retorno. Os teus amigos de agora serão teus amigos no futuro. Sejas bom com eles agora para que os tenha futuramente.
Serviu até para estudarmos os tempos verbais relacionando com as frases. O que temos agora e o que teremos amanhã. Presente e futuro.. Kant ressalta que "quanto melhor tratarmos as crianças, mais chances terão de se tornarem pessoas conscientes e educadas." No entanto, devemos observar os dois lados, crianças que são superprotegidas não desconfiam da crueldade que os cercam e podem estar expostos à barbárie uma vez que deixam a proteção dos adultos.
Referência:
DESENVOLVIMENTO e aprendizagem - Iris Elisabeth Tempel Costa.
KANT, Immanuel. Introdução. In:______. Sobre a pedagogia. Piracicaba: EDUNIMEP, 2004, p. 11-36.

domingo, 11 de outubro de 2009

LINGUAGEM E EDUCAÇÃO








PROJETO DE APRENDIZAGEM MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO






A apresentação de nosso projeto no dia 6 de outubro no pólo na cidade de Gravataí foi um momento muito esperado por todos de nosso grupo de estudos. Cada componente argumentou evidenciando seus esforços e construções informando nossas experiências e pesquisas com métodos de alfabetização na escola aos ouvintes que eram os professores e colegas presentes. O método de alfabetização orienta o professor em suas práticas de planejamentos. É muito positivo para o professor (a) que entra para ser nomeada do Estado e está neste período desatualizada em seus conhecimentos o método atualiza o educador promovendo aprendizagens rapidamente. Não há nas escolas orientadoras e o educador ao chegar na escola necessita de orientação senão, utilizara o que tem por hábito os métodos tradicionais e cansativos para o educando. Durante todo este percurso do semestre anterior e este atual aprendi muito em todos os sentidos com teoria e prática e muita observação em sala de aula. O projeto de aprendizagem instiga o professor e a aluno a aprenderem com curiosidade e sociabilidade. E a escola necessita desta alavanca para o desenvolvimento da educação.
Refletindo mais um pouco, percebo que o projeto veio para tramsformar o ambiente escolar e o que falta em nossas escolas atualmente. A integração de todos.
Atualmente, os professores e os alunos percebem a necessidade de ir além das fronteiras com as suas descobertas. E os recursos são muitos e a tecnologia exige tanto do professor como do aluno que convivam com estas mídias, os soft wares, o computador envolvendo toda uma estrutura de informação na escola provocando e desacomodando muitos professores que não percebiam esta necessidade antigamente. A evidencia deste argumento é a minha escola, atualmente, possui work shop, sala de recursos, mudamos a sala de professores para receber uma sala de informática onde a Secretaria da Educação enviará 10 computadores para nós. Mas, ainda falta muito para nos acomodarmos ou assimilarmos tanta mudança; precisamos nos adaptarmos urgentemente.























Práticas de Leitura, Escrita e Oralidade no Contexto Social

Cinema Bourbon Filme "Uma noite no museu 2" dia 13/10/2009. As práticas de leitura, escrita e oralidade no contexto social são de extrema importância para um desenvolvimento do discurso narrativo. As crianças na faixa etária de seus quatro ou cinco anos tem a sua própria compreensão para contar seus casos, relatos, fabulações e histórias infantis.
Na escola em atuo como professora foi promovido um cinema para as crianças de 1º ano até a 4ª série (currículo). Visto que, se aproximava o dia das crianças. E para preparar o planejamento da semana fui escolher na biblioteca da escola livros infantis para lerem em sala de aula. Um dos objetivos seria proporcionar o prazer para leitura com histórias infantis; trabalhar a escrita e a oralidade consequentemente. Durante a semana tenho o hábito de contar histórias e modifiquei pedindo a eles que contassem suas histórias. Na aula de artes da quarta-feira fizemos a ilustração do filme em papel ofício e através deste desenho contornamos com cola colorida e foi exposto no mural da escola.
A narrativa do filme "Uma noite no museu 2" envolve tanto adultos quanto os espectadores mais novos.
Durante a semana conversamos em sala de aula sobre o filme e houve comentários referentes aos comportamentos dos personagens, a importância de visitar os amigos e compartilhar dificuldades. Esta ação da escola foi interessante porque proporcionou um meio de reflexão entre eles na turma. Houve distribuição de pirulitos pela instituição. No final da semana fizemos uma socialização com uma festinha onde houve a colaboração dos pais que rendeu bolos de chocolate, coxinhas de galinha deliciosas, refrigerantes, risadas e presentes (joguinhos pedagógico) que levei a eles; ficaram muito felizes.