Total de visualizações de página

domingo, 31 de outubro de 2010

EIXO VII

Interdisciplina eduad037 – linguagem e educação MÓDULO 1 – MÚLTIPLAS LINGUAGENS A leitura, a escrita e a oralidade como artefatos culturais

O estágio durante o processo de formação no PEAD foi uma estrutura de aprendizagem onde consegui refleti com meus alunos mais profundamente. Visto que, alguns não conheciam de pertinho um computador. Muitas dificuldades na leitura. Quando questionados se queriam conhecer diziam: - Depois. No entanto, percebia que de alguma maneira tinha que despertar suas curiosidades. No entanto, pela pesquisa feita para conhecer quantos alunos tinham tido contato com computador tive uns cinco alunos. Planejei articular organizando em duplas os alunos com noções de informática com os outros sem noção.Mas, não era suficiente o power point e outros programas. Precisava de algo mais significativo. E que relacionasse com as aprendizagens para eles. Percebia que alguns tinham dificuldade de coordenação motora. Não sabiam clicar com a mão no botão. A escola não tinha recursos como Cds e internet em sala d eaula. No entanto, havia feito um curso anteriormente. O qual tinha-me fornecido um CD de alfabetização com jogos. Foi o passo que precisava para colocá-los dentro da sala d einformática e pilotar o pbworks do jeito deles. Aprenderam a escrever comentários e acessar o blog da escola. Para vivenciar as aprendizagens no pbworks criei privado. E todos dos vinte e três alunos tiveram que fazer um e-mail. Para alguns eu ensinei na sala. Impressionei-me quando uma mãe postou no blog que quando foi levar seu curriculo para uma entrevista de emprego ela não tinha e-mail. Lembrou que seu filho tinha comentado que havia feito com a professora. E pediu a ele rapidamente. E colocou em seu currículo para receber resposta para seu emprego. Entre os 15 comentários dos alunos no blog destaca-se o da Supervisora que acompanhou as atividades pedagógicas. Esta supervisora também tinha muita dificuldade e aprendeu comigo a entregar-se sem receio para um computador. E isto para mim é muito gratificante.

O projeto de leitura desenvolvido pela turma 21 possibilitou desenvolver a capacidade de expressão oral e escrita e o gosto pela leitura.Também a disponibilidade de um computador em sala de aula contribuiu para o aumento do gosto pela leitura.Parabén a turma 21 e a sua professora pela iniciativa. Supervisora Rosemere26 de agosto de 2010 05:5

Mey (1998) pondera que é o discurso social que designa ao letramento seu papel apropriado. Logo, outras perguntas que nos fazemos como pro fessores e formadores de professores dizem respeito à função que o letramento ganha na sociedade, ou seja, para que o mesmo serve em contextos e épocas diversas. Com isso, passaríamos a nos preocupar com o modo como discursos sobre os diversos tipos de letramento funcionam na sociedade


Comentário da mãe:

A professora Rosali esta ensinando aos alunos a usar o computador, eu como mae de um de seus alunos tive uma esperiencia bastante curiosa, recebi uma proposta de emprego e nao tinha imail, para receber da mesma, pois foi ai que meu filho pude colocar em pratica o que ele aprendeu ,ele me passou seu imail para que eu pudesse receber a proposta de emprego e ainda me ensinou como enviar e receber imail, so tenho a agradecer o incentivo da prof. e da escola. cristiane mae do aluno Matheus da t. 21

27 de setembro de 2010 07:24


REFERÊNCIA:

DALLA ZEN, Trindade - A leitura e a escrita e a oralidade como artefatos culturais, 2002.

domingo, 24 de outubro de 2010

SEMINÁRIO INTEGRADOR - EIXO 6

No semestre da disciplina de Educação de Pessoas com Necessidades Especias experimentei algo novo. Uma experiência para o resto de minha vida. Conhecer a vida de alunos (NE) e fiz um estudo de caso com a aluna Fabiana. A escola é um espaço onde nos encontramos diante de uma pluralidade de diferentes contextos sociais na educação. É relevante nos concientizar-mos disto em nossa realidade escolar. Necessário sermos professores de formação com muitas habilidades e competências em vários sentidos. Em psicologia, conhecimentos em áreas diversas como sociais, políticas, federais e em filosofia para compreender o mundo de outras formas e não só a que evidenciamos através das informações na mídia. Notamos, uma realidade de formação bem diversificada de habilidades e competências na formação do professor atualmente.

A celula inicial que funda um organismo constitui
sua estrutura inicial dinâmica (...) o presente do organismo surge em cada
instante como uma transformação do presente do organismo nesse instante. O
futuro de um organismo nunca está determinado em sua origem. É com base

nessa compreensão que devemos considerar a educação e o educar.

(Maturana, Humberto,1998).

Disciplina de questões étnicas raciais propôs uma atividade de pesquisa na escola que fiz e fiquei maravilhada. Encontrei entre muitos dos entrevistados, um menino que tem orgulho de ser negro. As respostas dele estavam determinadas e seguras. Coloquei no blog da escola o diário on line em forma de link “Questões étnicas” criado pelos tutores Renato e Janaína, o qual surtiu um efeito muito grande! Uma lástima que não o alimentam mais para refletirmos. Atualmente, a escola está tendo muito acessos com o seu BLOG (bem embaixo da 1ª página no blog) inclusive soube que é um referencial para todas as escolas. A Secretaria de Educação e a diretora confirmaram esta afirmação e fiquei impressionada. A SEC (recursos humanos) o visualiza constantemente. Concluo que esta criação do diário on line por tantos anos devo muito ao Projeto de Educação à distância e todos os professores e tutores, ao Seminário Integrador orientado pelos professores Silvestre Novak e Luciane Corte Real. A professora Luciane é uma pessoa especial onde busca integrar, intervir e conciliar de uma forma muito habilidosa e segura.

Na escola em que atuo há sempre divergências quanto a avaliação de alunos (as) com esta singularidade (NE). Uma das reflexões que fiz através dos textos foi que, realmente, a escola precisa pressupor uma adoção de um modelo de currículo que facilite a aprendizagem de todos os alunos em sua diversidade. Inclusive tenho colocado esta conclusão nas reuniões de unidocência. Conclui que a sala de aula, a escola e o meio ambiente onde vive a criança com situação de desvantagem são locais que bem orientados pelo professor (a) podem se tornar durante o convívio mútuo, um novo mundo, onde eles interagem com o meio social na escola. A prática de esportes e os relacionamentos com os colegas estimulam socialmente. As atitudes de cooperação, cumplicidade e companheirismo é muito importante para acontecer um desenvolvimento cognitivo satisfatório na criança. Sem esta pratica na escola fica muito mais difícil; tanto para o professor como para o aluno o desenvolvimento da aprendizagem. O esporte para os deficientes físicos tem grande função estimuladora no seu organismo, articulando todos os movimentos do corpo inclusive o do sangue, que envolve a circulação; que é tão importante para o cérebro. A escola deveria ter ou receber, periodicamente, listas de instituições capacitadas para proporcionar o atendimento de seus alunos com situação de desvantagem ao chegarem na escola.

Referência:

MATURANA, Humberto. Emoções e Linguagem na Educação e na Política. Belo Horizonte. Ed. UFMG, 1998.





domingo, 17 de outubro de 2010

FORMAÇÃO NO EIXO V

Todas as disciplinas do curso no segundo semestre do ano de 2008 foram e serão para sempre muito importantes para minha vida profissional como educadora. Contudo, foi na disciplina Seminário Integrador que as atividades se concretizaram mais significativas e desafiadoras contribuindo, futuramente, para meu trabalho de conclusão de curso. Na atividade pelo Plano de Estudos a minha intenção era de contemplar as disciplinas do semestre, compreendendo a realização das atividades dentro do prazo estabelecido pelos professores. Consegui fazer minha auto-avaliação ao ler os textos interpretando para melhorar a minha assimilação e interagir com meus colegas através dos fóruns. Conseguindo constituir aprendizagens significativas. Portanto, identifiquei de forma clara e precisa a interpretação das atividades e as pesquisas de interação com o meio informático. Na atividade do projeto de aprendizagem percebi a profunda reflexão que foi para todos do curso. O projeto Ervas Medicinais foi desenvolvido em grupo durante este semestre e exigiu a contribuição de todos os integrantes. Visto que, havia atitudes de ação reflexão ação que se davam simultaneamente (Freire, 1983,p.149). Ações de saída à campo, investigação de assuntos dos mais variados para contemplar o trabalho dentro do tema. E a interação dos colegas sobre as dúvidas e as certezas provocou uma socialização mútua para a construção que se fez necessária para compreender a realização da atividade proposta. Produzi ações por meio das interpretações das disciplinas do eixo V expondo trabalhos no blog criado para a escola. Contribuindo com a instituição escolar na construção da sua história social, política e cultural.

domingo, 10 de outubro de 2010

QUAL É A QUESTÃO?

No eixo VI na disciplina Seminário Integrador com o professor Silvestre Novak foi um dos momentos mais importantes da minha vivência acadêmica. Na época, necessitava de evidências comprovatórias para segurar-me dos fatos na escola. Então, na ocasião foi um professor habilidoso em recomendar livros nos quais pude compreender muitas questões no meu cotidiano escolar. Haja vista que, os educadores por natureza são muito críticos e políticos nas escolas. E os textos lidos foram de encontro para sanar minhas dúvidas. Entre eles gostaria de destacar um trecho do texto escrito por Beatriz C. Magdalena e Iris Elisabeth Tempel Costa¹ (2003,p.2):
Sabemos que não, pois nossa escola ainda é tradicional. Nela, a proposta de trabalho, normalmente, é do professor. Nós professores estamos acostumados a pensar pelo aluno [...]. Se tomássemos em consideração as informações que já temos sobre como as crianças e nós mesmo aprendemos, deveríamos pensar em criar ambientes abertos à explorações e interações, onde os alunos pudessem alimentar
seus interesses e curiosidades, efetuar escolhas e ter o tempo necessário para experimentações.

Apresentei argumentos e evidências das aprendizagens dos alunos. Aumentando o meu prestigio na instituição escolar com o conhecimento adquirido. Isto tudo porque a questão de saber fazer perguntas, questionar, intervir e argumentar para que o aluno aprenda e perceber a aprendizagem com sabor é o mais importante. Desperta com a prática em sala de aula a habilidade de nos expressar também com os outros. O desafio de não perguntar, o medo de se expor desaparece e entra o prazer de ir em frente. Não é a toa que as perguntas movimentam o mundo.

.


¹ Texto extraído do livro Internet em sala de aula:
MAGDALENA, Beatriz C. e COSTA, Íris E.T. Internet em sala de aula: com a palavra os professores. Porto Alegre: Artmed, 2003

domingo, 26 de setembro de 2010

POSTAGEM 4 - CONVIVÊNCIA

Assumindo a nomeação no ano de 2006 percebi o quanto estava desatualizada e fora da compreensão da realidade escolar. Contudo, assegurava-me que as professoras experientes na escola e antigas poderiam me auxiliar em minhas incertezas com os alunos. Havia muito silêncio na escola quanto minhas indagações. No entanto, perguntava e questionava observando que não havia a mesma preocupação; uma reciprocidade.
E quanto mais observava os alunos em suas atividades ficava mais ansiosa para sanar minhas preocupações quanto a educação deles.
Neste mesmo ano de 2006 iniciei minha formação no PEAD e li vários textos para desenvolver as atividades entre eles o do professor Paulo Freire foi o que percebi maior interesse da minha parte porque consegui compreender a realidade escolar, a qual estava inserida. Tive que enfrentar minha dificuldade de timidez.
Outro estudo o da disciplina Desenvolvimento e aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II Sigmund Freud, Pai da Psicanálise, realizou estudos sobre o problema da angustia. Neste identifiquei-me e aprendi muito sobre nós seres humanos. Freud afirmou que vivemos um profundo mal-estar provocado pelo avanço do Capitalismo. Neste ínterim, se faz mister observar o quão suscetível o Ocidente está para as doenças próprias deste sistema econômico, tais como a esquizofrenia. contudo, a mais eminente colaboração da Psicanálise para essa temática pode ser percebida na sua análise do aparelho psíquico: um conflito interno entre três instâncias psíquicas fundamentais ao equílibrio do ser : as vontades(Id) vivem em constantes atritos com o espírito repressor (superego). O balanço entre as vontades e as repreensões tem que ser buscado pelo Ego, a consciência. É o ego que analisa a possibilidade real de por em prática uma ação desejada pelo Id. Não obstante controla o excessivo rigor imposto pelo Superego. A esse conflito entre o Id e o Superego, Freud denominou de angústia. Cabe ao ego, portanto, a busca de um equilíbrio entre estas partes do psíquico e, não obstante, entre o sujeito e o todo social. Através deste estudo percebi que fiquei menos reservada para debater em fóruns virtuais e comentar presencialmente. E conversar com colegas de escola com segurança porque obtinha argumentos suficientes. No entanto, a desacomodação foi inevitável. Portanto, este estudo me fez compreender como alguns dos meus colegas sentiam-se "Pessoas que apresentam o quadro de angústia sem acompanhamento profissional, desenvolvem outros distúrbios emocionais, tais como cansaço físico mental, abaixamento de auto-estima e comportamentos inadequados. Aprendi a importância de conviver com os outros e a aceitá-lo. Esta aprendizagem serviu também para o meu lado pessoal e familiar positivamente.
Atualmente, estou agradecida a todos da escola inclusive aqueles que não aceitavam as mudanças de praticas pedagógicas diferentes ad educação behaviorista. Gostaria de ressaltar que a autonomia na época era dada para todas as professoras em sala de aula. Cada uma do seu modo. Havia reuniões de unidocência com pouco aproveitamento. Mais uma razão para invocar uma ética profissional. Portanto, senti-me na obrigação com meus alunos de pelo menos tentar e conseguir os caminhos das aprendizagens através do PEAD e facilitar minha vida de professora.
Maturana (1997,p.207) mantém que a contradição entre o individual e o social que vivemos não é de origem intrínseca do humano, ou seja, não tem origem na biologia da linhagem a que pertencemos. A origem das contradições que vivemos entre o social e o individual é cultural. Não foi fácil para mim a adaptação no contexto escolar. Hoje sou feliz como professora e a convivência com todos é gratificante. Desafios existem para aprendermos cada vez mais uns com os outros para um bem em comum: a educação para todos.
REFERÊNCIA:
HTTP: //pt.wikipédia.org
Schlichting Alves Homero. A Biologia do amor e do conhecimento de Humberto Maturana:Contribuições à formação de professores e à educação ambiental.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A Educação behaviorista

O principal objetivo do behaviorismo de Watson era estabelecer as leis que regem o comportamento, relacionando as respostas com os estímulos que as precedem. Durante a leitura dos dezessetes textos do autor John B. Watson na disciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia (Eixo 2) relacionei com os textos do eixo 1 do nosso saudoso professor Paulo Freire. Foi importante confrontar as duas teorias porque são pessoas de diferentes épocas com conhecimentos de teorias parecidas, mas faltando o sentido mental (consciência). Contudo, a partir destas leituras obtive através dos alunos e minhas observações maneiras de conduzir meus planejamentos de aulas com maior estímulo. Na época a escola adotava maneiras behavioristas por perceber ser mais cômodo de enfrentar a sala de aula (máquina de ensinar) não deixando os alunos levantarem-se de suas carteiras porque estimularia a agitação. Portanto, alterar a voz (gritar) e intimidar ficando quietos seriam as condições para aprenderem com maior concentração. Contudo, observava que o medo também crescia bloqueando a aprendizagem mentalmente. Adotei atitudes e explicações nas reuniões com os pais e chamamentos individuais com a presença da direção da escola. Apresentando argumentos para que eles não adotassem mais estes comportamentos apelativos com seus filhos em casa porque poderiam bloquear as aprendizagens. Acredito que era uma surpresa cada vez que falava isto, pela representação em suas expressões. E era um estímulo para mim continuar com minha prática em sala de aula. Eu me sentia melhor. Os alunos se incentivavam ainda mais com as aprendizagens. Atualmente, percebo que não tem como a escola não perceber quando há algo novo na escola e refletir sobre o fato. Porque geram questionamentos e diferentes opiniões no contexto escolar. E o papel da professora é sempre observar novamente. E ação-reflexão-ação nunca é demais.

domingo, 12 de setembro de 2010

Construção do Trabalho de Conclusão do Curso

O meu trabalho de Conclusão de Curso compreende uma construção de um documento com experiências significativas coletivas .É um trabalho realizado para fins didáticos e pedagógicos. Contempla uma mudança de paradigma, uma organização e melhoria na realidade educacional no âmbito escolar. Portanto, as experiências boas ou obstáculos vencidos são oferecidos neste documento para quem possa interessar e aplicá-las adiante, em suas aprendizagens no contexto escolar ; caso necessite. Muitas vezes, vivenciamos situações na vida que ficamos com impasses, não sabemos como agir melhor diante de um obstáculo. E nem temos com quem contar para nos ajudar. Neste sentido, o TCC com suas informações evidenciadas contempla a causa e o efeito ou conforme nosso saudoso professor Paulo Freire cita: ação-reflexão-ação.